Quanto realmente vale uma marca?

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quanto vale a sua marca?

Como o seu desejo por uma Coca-Cola gelada aumenta à medida que a temperatura sobe, não deveria custar mais? Para, Douglas Ivestor, CEO da empresa: sim! Em 1999, a marca Coca-Cola começou a testar máquinas de venda automática que aumentavam automaticamente os preços durante o calor do verão. Sobretudo, os clientes não gostaram muito dessa inovação e ficaram furiosos.

As pessoas estavam acostumadas com o “preço fixo” nos produtos, e sua concorrente, a Pepsi, não deixou o episódio passar em branco. Antes de tudo, ela foi rápida em apontar que a Coca-Cola estava se aproveitando das pessoas em climas mais quentes. A marca sofreu com a ira dos seus consumidores e acabou contratando um novo CEO naquele mesmo ano.

Se fosse qualquer outra empresa, o fim seria trágico. Porém, , estamos falando da Coca-Cola, uma marca multinacional e muito forte em nível mundial. Contudo, ela conseguiu sobreviver a este episódio e se recuperou, continuando como uma das empresas mais valiosas de todo o mundo, apesar do desgaste que sua marca sofreu.

Qual o motivo pelo qual a marca conseguiu sobreviver a este episódio? Assim como, qual lição podemos tirar deste acontecimento e como implementá-la nas nossas empresas?

Pensando em responder a estas e outras perguntas, nós preparamos um artigo completo para você. Assim, saiba quanto realmente vale uma marca e como fazê-la crescer durante os anos seguintes.

A força da marca está seus clientes

Lealdade, essa é a principal razão para a não falência da Coca-Cola, a maior empresa de bebidas do mundo, após o fato ocorrido. A fidelidade a marca é absurda. Nesse sentido, é tão forte que muitos ignoram episódios como este e continuam consumindo os produtos da marca.

Como você avalia o valor de uma marca?

Há mais de 15 anos que a marca da Coca-Cola domina o topo da lista das Maiores Marcas Globais da Interbrand. De acordo com os números de 2020 da Interbrand, a marca Coca-Cola vale US$56,8 bilhões, competindo com empresas como Apple e Google. Isso não é incrível? A marca conseguiu se manter competitiva, lado a lado com as gigantes da tecnologia do mundo. Se adaptando a mudança de hábitos dos consumidores e das regulamentações governamentais sobre o açúcar.

O número de US$56,8 bilhões aparece como uma declaração objetiva, porém, não é a única avaliação disponível. A Forbes calcula a marca da Coca-Cola em US$57,3 bilhões, sob o mesmo ponto de vista, a Brandirectory a mede tão baixo quanto US$37,9 bilhões. Imagine qual destes números a PEPSI prefere, quando o seu valor fica e US$18,9 bilhões?

Por que a enorme disparidade? Acontece que há tanta subjetividade no desenvolvimento de uma fórmula de avaliação de marca quanto objetividade na execução dos cálculos. Conforme o site da Interbrand, suas avaliações são baseadas em três componentes principais: “o desempenho financeiro dos produtos ou serviços da marca, o papel que a marca desempenha nas decisões de compra e a força competitiva da marca”.

A análise financeira parece bastante simples. Entretanto, é muito mais difícil determinar a força da marca ou o papel que ela desempenha nas decisões de compra.

Como implementar este conceito na sua empresa

Se tem uma coisa que aprendemos neste texto foi que sem a fidelidade dos clientes, sua empresa é quase invisível. A fidelidade está amplamente ligada ao seu sucesso ou fracasso. Dessa forma, a principal dica é fidelizar os seus clientes e conseguir com que eles associem sua marca aos seus sentimentos mais íntimos.

Aposto que você deve estar refletindo sobre tudo isso. Por exemplo, como seus produtos serão capazes de criar um vínculo forte de fidelização Coca-Cola fez com seus clientes?

Amigo, a Coca Cola vende refrigerante. Existem diversos produtos nos quais ela deposita bastante esforço de marketing. Mas acima de tudo, o líquido preto e gasoso sempre será o seu carro chefe. Agora me diga: quem precisa de refrigerante para viver? Quem neste mundo precisa disso no seu dia a dia?

Por fim, a resposta é: a Coca-Cola. De acordo com a maneira que ela o faça pensar exatamente o contrário.

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